O que somos nós? E depois contamos as horas do nosso passado, da nossa vida, do nosso ser, e, ai de nós! enganamo-nos na conta... E É QUE SOMOS FATALMENTE ESTRANHOS A NÓS MESMOS, não nos compreendemos, temos que confundir-nos com os outros, estamos eternamente condenados a esta lei: "não há ninguém que não seja estranho a si mesmo"; nem a respeito de nós mesmos "procurando o conhecimento...".
A genealogia da moral - Nietzsche / Prefácio - 1887 SILS-MARIA.
Um comentário:
mas vc ta muitoo culta oh!hauhauhauah
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